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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Jogos Vorazes - A Esperança - Livro 3 - Suzanne Collins



 Jogos Vorazes - A Esperança - Livro 3  Suzanne Collins









Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?

Jogos Vorazes - Em Chamas - Livro 2 - Suzanne Collins

Jogos Vorazes 2 - Em Chamas




Em Chamas é o segundo volume da bem-sucedida trilogia iniciada com Jogos Vorazes, mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos, que mistura ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia com muita ação e aventura. Com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos, a saga ganhará adaptação para o cinema, com estreia prevista para 23 de março de 2012. A direção do longa está a cargo de Gary Ross (Quero ser grande e Seabiscuit) e a protagonista Katniss será interpretada por Jennifer Lawrence, finalista ao Oscar de melhor atriz deste ano por Inverno da alma. A trilogia manteve-se por 130 semanas consecutivas na prestigiada lista do jornal The New York Times.
Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Os jogos completam 75 anos, momento de se realizar o terceiro Massacre Quaternário, uma edição da luta na arena com regras ainda mais duras que acontece a cada 25 anos. Katniss e Peeta, então, se veem diante de situação totalmente inesperada e, dessa vez, além de lutar por suas próprias vidas, terão que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
Ambientado num futuro sombrio, a série é pioneira de uma tendência que vem ganhando força no mercado de bestsellers juvenis: a dos romances distópicos e pós-apocalípticos. As obras renderam à autora Suzanne Collins lugar na badalada lista de 100 personalidades mais influentes do ano da revista Time. Com narrativa ágil e ousada, os livros da trilogia foram traduzidos para 42 países e vêm atraindo leitores de diversas faixas etárias.
Inspirada pelo mito grego de Teseu e o Minotauro e bebendo nas melhores fontes da ficção científica, Suzanne Collins faz uma dura crítica à sociedade atual – ao sensacionalismo, ao desperdício e à violência – e prende a atenção do leitor da primeira à última página com um romance envolvente e perturbador.

Jogos Vorazes - Livro 1 - Suzanne Collins

Jogos Vorazes 1




Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

terça-feira, 10 de junho de 2014

Livro - Cidades de Papel - John Green

Cidades de Papel - John Green




Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.






quarta-feira, 4 de junho de 2014

Livro - A Estrela que Nunca vai se Apagar

A  Estrela que Nunca vai se Apagar






Após ler A Culpa é das Estrelas eu me senti forte o suficiente para pegar e ler “A Estrela que Nunca Vai se Apagar“. O livro é escrito boa parte por Esther Earl, uma amiga com câncer de tireoide do John Green e que, apesar de não ser a Hazel Grace, inspirou-o a escrever sem parar sobre ela.
Livro A Estrela que Nunca Vai se Apagar, de Esther Earl
A medida de uma amizade não tem a ver com presença física, mas, sim, com seu significado.
— página 14

[...] que é possível viver com depressão sem ser consumido por ela e que o sentido da vida está na união, na família e nas amizades que transcendem e sobrevivem a todo tipo de sofrimento.
— página 19
A história de Hazel não é a de Esther (Grace) Earl. Mas John Green e ela acabaram sendo tão próximos que é impossível desconectar um livro do outro. Então, como ia dizendo, senti-me corajosa para pegar e ler um livro cujo câncer faz parte. Acredite, o livro não é sobre a doença, mas sim sobre a pessoa que a teve.
Em todas as páginas eu lembrei do meu tio Luiz Paulo e do tio Ari. E, sim, eu chorei. Mas não por tristeza – por saudade. Mais que isso, eu quis, realmente quis, ter conhecido Esther e ter sido forte para ela, mesmo à distância, e dar um apoio no seu meio e fim. Não fui forte para nenhum dos meus tios, mas isso é outra história.
Mas Esther preferia ver as coisas de outro modo. Durante todo o tratamento, sentia que, no geral, sua vida tinha sido boa. Ela teve o amor da família, dos amigos, e a cada dia sua dedicação à missão de confortar e cuidar dos outros se renovava.
— página 22
Eles três têm algo em comum além da doença. Foram pessoas incríveis. Esther se sentia triste por ter câncer, por fazer parte daqueles malditos 0,4% cuja cura era mais complicada – no seu caso, bem mais complicada. Ao mesmo tempo, ela brincava, ria, divertia-se, desenhava, escrevia cartas, colhia flores à meia noite para fazer uma surpresa para os pais.
Ela tinha uma família que deu apoio: abraçou, brincou, chorou. Fez dos momentos impossíveis suportáveis. E Esther… Ela era uma estrela. Uma estrela que brilhava por ser quem era, por ser forte, por brincar até nos seus últimos dias. Por ser uma nerdfighter e ainda gravar vídeos para o youtube.
O que a vida joga em cima da gente nunca faz sentido. Parece até que estamos nas mãos dela. Quanto tempo esperamos que a vida mude a gente? quanto tempo devíamos tentar mudar a nós mesmos?
— página 68

Deus é o motivo de eu estar sobrevivendo, mas ele sem dúvida colocou vocês na minha vida de uma forma maravilhosa. Eu amo vocês. Queria que houvesse uma forma menos melosa de dizer, mas amo mesmo. Simplesmente amo. Obrigada.
— página 137
Não consigo imaginar quão sortudos foram aqueles que a conheceram. Aqueles que estiveram com ela, pelo menos por pouco tempo. Porque ela era especial, não só para ela mesma, para a família ou para os amigos. Para o mundo, entende? Aquelas pessoas que a gente nem sabia que existia e que faz a gente pensar que, nossa, tudo bem, estou no mundo certo.
Em meio a tanta desgraça, Esther se mostrou uma luz. É triste que não esteja mais aqui. Só posso imaginar a saudade que aqueles que a conheceram sentem – da pessoa, das piadas, das atualizações do twitter, dos vídeos do youtube, de um barulho que indicasse que ela estava viva.
É um livro intenso, profundo, que você precisa estar preparado para ler, porque não vai ser agradável. Nada assim é agradável. Mas é único, diferente, incrível e especial de uma forma que nos faz mudar a forma de pensar, de viver.
Intrínseca dedicou ao livro o tempo e o trabalho que ele merecia, repleto de fotos, de momentos, de histórias, de sinceridades. De estrelas na diagramação! Passar para o papel tudo o que Esther Grace Earl foi e torná-la imortal para muitas outras pessoas.
O que importa é amar os amigos completa e totalmente, o melhor e o pior lado, e amar mais do que apenas as coisas boas. Trata-se de mostrar que você está disposto a aceitá-los pelo que são, que eles não devem se sentir inseguros ou constrangidos na sua presença, o que pode ser uma tarefa difícil
— página 217
Faltam-me palavras para uma resenha melhor, menos emocional. Mas, sinceramente, não sei se era algo técnico que ela iria querer. Se ela pretendia mudar vidas, ela mudou. A minha. Assim como meus tios fizeram, cada um com sua força. Ela me fez diferente. Ela também faz parte de mim.

Por meio de sua bondade, seu carinho e amor pela vida, ela permitia que os outros fossem eles mesmos. [...] que estávamos a um dia do momento em que o amor de Esther pelo mundo se tornaria contagioso. Ela estava prestes a inspirar uma mudança no mundo.
— página 284
Se você é, tipo, uma pessoa com sentimentos, eu insisto que escreva, escreva isso, escreva no seu diário ou no seu blog ou faça um vídeo ou escreva em um post-it seus sentimentos, porque é bom poder ver quais são, e mesmo se você não conseguir entender todos, porque, caramba, o cérebro tem muitos sentimentos!
— página 321
Ela só me abraçou, me apertou com força, não disse nada, não disse nada. E agora eu percebo que aquilo foi… aquilo foi a melhor maneira de demonstrar amor por alguém. Abrace essa pessoa com força, faça-a se sentir amada, deixe que o amor passe por vocês.
— página 366
O Amor é Mais Forte. O Amor e a esperança estão unidos, se separá-los, você os destrói. Se a esperança sobrevive, o amor perdura. Onde existe ao menos uma nesga de amor, a menor das esperanças tem espaço para crescer.
— página 376
A vida não é para ser vivida pela metade. Ela deve ser aproveitada de maneira plena e total. Se você quiser fazer uma mudança no mundo, precisará ser forte. Precisará arriscar. Precisará perseverar. Às vezes, precisará seguir cegamente em uma direção mesmo sem ter qualquer certeza, mas porque acredita que ela vai levá-a ao lugar certo.
— página 378
Apenas seja feliz, e, se você não conseguir ficar feliz, faça coisas que o deixem feliz. Ou fique sem fazer nada com as pessoas que o fazem feliz.
— página 384

Livro - A Culpa é das Estrelas - John Green

A Culpa é das Estrelas - John Green





Sinopse:
A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.



Resenha:
Todo o livro que você ler terá um impacto diferente sobre você, tudo depende de vários fatores: o tempo em que você leu, a situação em que você leu, até mesmo o que você estava sentindo quando leu, quando li esse livro pela primeira vez, não fiquei tão encantado quando fiquei agora que o reli, percebi o quão bonitas e importantes, apesar de poucas, são as palavras de John Green nesse livro que não chega nem a 300 páginas, e dessa vez vim aqui para dizer o quanto eu gostei do livro mais amado do John Green: A Culpa é das Estrelas, lançado pela Intrínseca em 2012 e que terá adaptação cinematográfica em junho de 2014.

Se ela estivesse melhor ou o senhor, mais doente, então as estrelas não estariam tão terrivelmente cruzadas, mas é da natureza das estrelas se cruzar, e nunca Shakespeare esteve tão equivocado como quando fez Cássio declarar: “A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas/ Mas de nós mesmos.”
O livro conta a história de Hazel Grace, uma adolescente de 16 anos tem câncer nos pulmões e já passou por algumas cirurgias para drenar a quantidade de água acumulada neles, a Hazel é uma paciente terminal, os médicos podem aumentar o tempo de vida dela controlando o crescimento dos tumores, mas não podem fazer com que ela viva até ficar velha, ela frequenta um grupo de apoio a crianças com câncer em uma igreja e em um dia comum onde vai até lá, ela encontra um garoto diferente, que nunca tinha visto antes, a encarando de modo estranho, seu nome? Agustus Waters, para os íntimos, Gus, eles acabam se conhecendo e alimentando um romance muito forte, ambos são donos de frases filosóficas que questionam as leis do universo, e ambos são doidos para descobrir o que acontece no final de seu livro favorito: Uma Aflição Imperial, já que o autor do livro não conclui a história, terminando-o no meio de uma frase. Movidos pelo desejo de descobrir o final do livro eles se envolvem em várias aventuras, onde o amor dos dois aumenta e eles vivem experiências inesquecíveis, experiências essas que envolvem drama, amor, ódio, brigas e, claro, câncer e seus efeitos colaterais, como estar morrendo.